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Renovação para o bem

junho 7, 2021

Não podemos olvidar os parâmetros de Jesus na vida de relação

“(…) Não estamos na obra do mundo para aniquilar o que é
imperfeito, mas para completar o que se encontra inacabado”.
Emmanuel

Para os trabalhadores do Cristo nas leiras de serviço do mundo a questão do amor fraternal está muito clara nas instruções paulinas. Entre outras temos esta, dirigida aos tessalonicenses (1): “(…) quanto à caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros. Exortamo-vos a que ainda nisto abundeis cada vez mais”.

Nosso Pai Celestial não quer a destruição do ímpio, mas a eliminação do erro e das transgressões à Sua Lei…

O único fatalismo ao qual estamos todos submetidos é a perfeição relativa.  Chegaremos – necessariamente – lá, alguns mais cedo, outros mais tarde…

Nas faixas primitivas da evolução, nas quais ainda nos encontramos, existe uma carga muito forte de beligerância, ou seja: de instinto de destruição. Por isso, tenhamos bastante cuidado no uso dos poderes e talentos que nos foram outorgados pelo Senhor da Vida, vez que todos somos, por atavismos, tentados a movimentar processos de aniquilamento nas diversas situações da vida de relação como, por exemplo, ao defrontarmos companheiros menos desejáveis nos trâmites de cada dia; ao frentearmos cooperadores endurecidos e associações de forças menos esclarecidas no bem e na verdade; ao colidirmos de frente com quem nos contrarie as ideias e os programas pessoais…

Muitas vezes esquecemos os parâmetros de Jesus e reagimos com manifestações apaixonadas, apartados da prudência evangélica.

Cristalizada, nossa intolerância reclama cuidados…

Segundo Emmanuel, (2) “(…) não estamos na obra do mundo para destruir. O Supremo Pai não nos concede poderes para disseminar a morte. Nossa missão é de amor infatigável para a Vida Abundante”.

Não é por outro motivo que Paulo escreveu aos coríntios (3): “(…) segundo o poder que o Senhor me deu para a edificação e não para a destruição”.

Rogério Coelho

Referências:
(1) I Tessalonicenses, 4:9;
(2) XAVIER, F. Cândido. Vinha de luz.ede. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003, cap. 32; e
(3) 13:10.

Nota do Editor:
Imagem ilustrativa e em destaque disponível em <https://www.pastorantoniojunior.com.br/mensagens-evangelicas/a-crise-da-lagarta-historias-para-reflexao>. Acesso em: 07/06/21.

Rogério Coelho
Rogério Coelho

Rogério Coelho nasceu na cidade de Manhuaçu, Zona da Mata do Estado de Minas Gerais onde reside atualmente. Filho de Custódio de Souza Coelho e Angelina Coelho. Formado em Jornalismo pela Faculdade de Minas da cidade de Muriaé – MG, é funcionário aposentado do Banco do Brasil. Converteu-se ao Espiritismo em outubro de 1978, marcando, desde então, sua presença em vários periódicos espíritas. Já realizou seminários e conferências em várias cidades brasileiras. Participou do Congresso Espírita Mundial em Portugal com a tese: “III Milênio, Finalmente a Fronteira”, e no II Congresso Espírita Espanhol em Madrid, com o trabalho: “Materialistas e Incrédulos, como Abordá-los?” Participou da fundação de várias casas Espíritas na Zona da Mata Mineira.

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