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Dos conteúdos internos degenerativos

maio 19, 2021

O autoconhecimento deve prevalecer no mapeamento das aspirações humanas
“O amor e a vigilância ensejarão as condições ideais para a vitória do
homem-novo evangelizado na luta sem tréguas contra o homem-velho.

François C. Liran

 

A pedagogia da dor é utilizada pelas Leis Divinas como o aguilhão que impulsiona e redireciona para as leiras do equilíbrio todo Espírito calceta.

Não é sem motivo que existe a parábola da ovelha perdida e a garantia onipresente de que nenhuma delas se perderá, face à competência e amorosidade do Singular Pastor das almas: Jesus!

No carreiro evolutivo, em virtude dos ancestrais atavismos, o homem ainda está encharcado de conteúdos internos degenerativos expressos nas vibrações deletérias do ódio, medo, ciúme, inveja, ambição, egoísmo, vindita, presunção, sensualidade, rancor, mágoa, concupiscências, etc…

Para superar essas injunções atávicas e vencer as causas das dores e dos sofrimentos, deve o homem buscar a sua iluminação sob a égide do Evangelho Renovador do Cristo, vez que segundo os Maiores da Espiritualidade, “a iluminação resulta do esforço da busca íntima do ser profundo, opção de sabedoria que deve prevalecer no mapeamento das aspirações humanas mais imediatas”.

Por isso mesmo, ensina Joanna de Ângelis (1): “(…) o desenvolvimento da chama divina imanente em todos os seres merece todos os sacrifícios e empenhos, a fim de que arda em todo o seu esplendor, vencendo as teimosas sombras que são a herança demorada das experiências nas faixas primitivas do processo inicial da evolução.

A verdadeira iluminação promove o homem que, superando as contingências-limites da essência carnal, anula todas as causas de sofrimentos, fazendo-as cessar. Então, não mais necessita da dor para alcançar metas, pois o amor lhe constitui a razão única do existir, em sintonia com o pensamento divino que o atrai cada vez com mais vigor para a meta almejada.”

Rogério Coelho

Referência:
(1)FRANCO, Divaldo Pereira. Plenitude” – Niterói, Arte e Cultura: 1991, cap. V.

Nota do editor:
Imagem ilustrativa e em destaque disponível em <https://amenteemaravilhosa.com.br/beneficios-presenciar-atos-de-bondade/>. Acesso em: 19MAI2021.

Rogério Coelho
Rogério Coelho

Rogério Coelho nasceu na cidade de Manhuaçu, Zona da Mata do Estado de Minas Gerais onde reside atualmente. Filho de Custódio de Souza Coelho e Angelina Coelho. Formado em Jornalismo pela Faculdade de Minas da cidade de Muriaé – MG, é funcionário aposentado do Banco do Brasil. Converteu-se ao Espiritismo em outubro de 1978, marcando, desde então, sua presença em vários periódicos espíritas. Já realizou seminários e conferências em várias cidades brasileiras. Participou do Congresso Espírita Mundial em Portugal com a tese: “III Milênio, Finalmente a Fronteira”, e no II Congresso Espírita Espanhol em Madrid, com o trabalho: “Materialistas e Incrédulos, como Abordá-los?” Participou da fundação de várias casas Espíritas na Zona da Mata Mineira.

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