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Equanimidade

maio 12, 2021

Procede injustamente aquele que clama contra suas dores

“(…) O pior mal que lhe possa acontecer nunca
será maior do que o seu débito em relação à vida”.
– Marco Prisco

Estamos todos submetidos às infalíveis Leis Divinas, que funcionam à nossa revelia, mas nunca com a venalidade com que muitas vezes são aplicadas as falíveis leis humanas.

As vicissitudes da vida nada mais são do que o retorno, a colheita de nossa sementeira descuidada, tanto nesta quanto nas passadas reencarnações. Assim, procede injustamente aquele que clama contra suas dores…

Quando a Justiça Divina realiza as cobranças necessárias, tal fato não se dá com características punitivas e sim como meio de libertar o Espírito calceta das dívidas escabrosas que oneram sua economia espiritual, dificultando-lhe a marcha na direção dos cimos gloriosos da emancipação definitiva. Os momentos das grandes dores são prenúncios de alforria e paz plenas totais…

Há que se recorrer à oração nesses tempos de transição e despautérios de vária ordem a fim de que possamos obter do Mais Alto não a isenção da pena, mas, o acréscimo de energia necessário à superação do momento angustioso.

O próprio Mestre autorizou-nos a recorrermos a Ele (Mt., 11:28) todas as vezes que estivéssemos aflitos e afadigados a fim de que nos fosse providenciado o alívio.

Confiemos, pois, na equanimidade das Leis Divinas que tudo corrige para o nosso próprio bem, certos de que quando elas nos alcançam não superam o débito que onera a nossa economia espiritual.

Por tudo isso, os Benfeitores Espirituais responderam ao ínclito Mestre Lionês, quando indagados acerca dos paradoxos da vida: “Deus é justo”.

Rogério Coelho

Rogério Coelho
Rogério Coelho

Rogério Coelho nasceu na cidade de Manhuaçu, Zona da Mata do Estado de Minas Gerais onde reside atualmente. Filho de Custódio de Souza Coelho e Angelina Coelho. Formado em Jornalismo pela Faculdade de Minas da cidade de Muriaé – MG, é funcionário aposentado do Banco do Brasil. Converteu-se ao Espiritismo em outubro de 1978, marcando, desde então, sua presença em vários periódicos espíritas. Já realizou seminários e conferências em várias cidades brasileiras. Participou do Congresso Espírita Mundial em Portugal com a tese: “III Milênio, Finalmente a Fronteira”, e no II Congresso Espírita Espanhol em Madrid, com o trabalho: “Materialistas e Incrédulos, como Abordá-los?” Participou da fundação de várias casas Espíritas na Zona da Mata Mineira.

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