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Precisamos saber a verdadeira finalidade da nossa existência!

agosto 9, 2017

Muitas vezes buscávamos em nosso mundo íntimo respostas para perguntas que nos intrigavam, tais como: Qual a finalidade da vida? A final, para que fomos criados por Deus? E para que não ficássemos sem a exata noção da nobreza que determina nossa criação, Jesus nos fez chegar ao conhecimento as nobres finalidades de nossa existência, através do Espiritismo.

“A força do Espiritismo tem duas causas preponderantes: a primeira é a que torna felizes os que o conhecem, o compreendem e o praticam; ora, como há muita gente infeliz, ele recruta um exército inumerável entre os que sofrem. Querem tirar-lhe esse elemento de propagação? Que tornem os homens de tal modo felizes, moral e materialmente, que estes nada mais tenham a desejar, nem neste, nem no outro mundo. Não pedimos mais, pois o objetivo terá sido atingido. A segunda é que ele não repousa na cabeça de nenhum homem que possa ser derrubado; que ele não tem um foco único que possa ser extinto; que seu foco está em toda parte, porque em toda parte há médiuns que podem comunicar-se com os Espíritos; que não há família que não possa tê-los em seu seio, e se cumpram estas palavras do Cristo: Vossos filhos e vossas filhas profetizarão e terão visões; porque, enfim, o Espiritismo é uma ideia, e não há barreiras impenetráveis à ideia, nem bastante altas para que estas não possam transpô-las. Mataram o Cristo; mataram seus apóstolos e discípulos, mas o Cristo tinha lançado no mundo a ideia cristã, e essa ideia triunfou da perseguição dos Césares onipotentes”. (1)

Foi através do Consolador por Ele mesmo prometido, que hoje conhecemos como Espiritismo, que pudemos conhecer a finalidade maior de nossa existência, que é o desenvolvimento das potencialidades psíquicas, das quais somos portadores, que nos ajudarão a construir a felicidade, a paz e a pureza de Espíritos Puros, para desfrutar da honra da convivência ao lado do Nosso Pai e criador.

Isso significa que nossa existência terrena tem por objetivo a sublimidade, do Ser imortal que somos através da superação paulatina das nossas limitações, pelos desafios que a vida nos propõe superar diariamente em termos materiais, morais e espirituais, que começam quando do nosso nascimento e se estende por toda a encarnação.

A criança recém-nascida enfrenta o desafio do crescimento e o desenvolvimento do seu organismo físico. Com o passar do tempo, aprende a comunicar-se com os outros, através da fala, do raciocínio e passa dessa forma a agir para conseguir o que quer, vencendo pouco a pouco a condição de seu nascimento, superando as fases naturais do período infantil, passando depois pelas experiências da adolescência e seguindo pela mocidade, madureza até alcançar o desafio final proposto pelo período da velhice.

Durante esse trajeto, o Ser desenvolve suas forças orgânicas e psíquicas, sua afetividade, sua capacidade de discernir através do aprimoramento do seu livre arbítrio, para compreender o que precisa fazer para se beneficiar com o que acontece ao seu redor, para triunfar diante das circunstâncias nem sempre positivas, e que lhe que exigirão prudência e ação.

 “No esforço científico e na perquirição filosófica, o homem pode gastar indefinido tempo à procura das causas profundas do destino e do ser.

No Evangelho, porém, o coração e o cérebro despertam para o caminho da própria sublimação.

Dentro dele, não há lugar para ilações provisórias.

Resplandece a luz em todos os seus ângulos divinos, compelindo a criatura a humanizar-se para a união com o Pai Supremo.”  (2)

Urge entender com o Espiritismo que a vida humana na Terra não é simplesmente produto da imaginação. É, antes, realidade fundamentada nas descobertas científicas. E, ao contrário daqueles que divulgam o Espiritismo como doutrina supersticiosa que se deixam identificar apenas pelo tamanho da ignorância sobre o assunto ela tem nos estudos acadêmicos a confirmação das verdades que apregoa.

A própria Doutrina Espírita sustenta o lema “Fé inabalável só é a que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da Humanidade”, e está nos dias de hoje, comprovada nas mais avançadas pesquisas científicas, nos fazendo perceber que não há mais lugar para a concepção materialista absoluta na cultura filosófica ou científica da atualidade. (3)

Francisco Rebouças.

Referências:
(1) Kardec, Allan. Revista Espírita novembro 1861 – Reunião geral dos Espíritas bordeleses.
(2) Xavier, Francisco, Candido, pelo Espírito Emmanuel – livro: Sínteses Doutrinárias. Cap. XIV.
(3) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, FEB. 112ª edição, cap. XIX, item 7.

Nota do autor:
Grifos Nossos.

Nota do Editor:
Imagem ilustrativa e em destaque adaptada e disponível em <http://kimvsworld.blogspot.com.br/>. 
Acesso em: 09AGO2017.

Francisco Rebouças
Francisco Rebouças

Pós-Graduado em Administração de Recursos Humanos, Professor, Escritor, Articulista de diversos veículos de divulgação espírita no Brasil, Expositor Espírita, criador do programa: "O Espiritismo Ensina".

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